Palavreando
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Nome: O Palavreando é um blog que tem um pouquinho de tudo e de tudo um pouquinho: Entretenimento, literatura, arte, internet, política, comportamento, educação, denúncia, etc


É também ponto de encontro de pessoas ávidas por uma leitura despojada. Portanto, "Seja muito bem vindo!

Sobre a autora do blog: Eu sou Janethe Fontes, escritora, e este é o meu cantinho. Sempre que possível, eu escrevo "alguma coisa" e posto aqui, mas não é diário, nem semanal e nem mensal... é sempre que eu consigo um tempinho em meio a correria do meu dia-a-dia, ok??


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Hoje acordei e disse a mim mesma: Feliz Aniversário... e bem-vinda à crise dos enta!

(Janethe Fontes) 
 

Confesso que quando completei 35 anos me via no auge de uma crise que nem sabia que existia (leia o artigo “Ansiedade, crise dos trinta ou crise da modernidade?”), mas, depois que formulei o artigo mencionado, descobri que inúmeras pessoas (homens e mulheres) também entram em crise nessa mesma faixa etária. Isso porque no início da vida adulta idealizamos que aos trinta e pouco anos teremos concretizado aquilo que julgamos que nos tornará felizes e realizados. Para alguns, o ideal pode ser ‘encontrar um grande amor’ ou ‘perpetuar’ a espécie com a chegada de um “rebento”; para outros, conseguir ‘reconhecimento profissional e/ou comprar uma bela casa; enfim, pode ser inúmeras coisas que não cabe enumerar aqui. E a crise se dá, acredito, quando justamente não conseguimos alcançar aquilo que acreditávamos que deveríamos concretizar nesta idade. E, aí, você sucumbe a uma necessidade quase desesperada de fazer as coisas acontecerem, de atingir seus sonhos antes que a idade o impeça disso. Vem também o medo de perder a saúde, a sensualidade... de envelhecer. 

O pior é que passada a crise dos trinta, vem a chamada crise da meia-idade, conhecida popularmente como “crise dos enta”, ou seja, vem a “eterna crise”. Sim, porque depois dos quarenta, vem cinqüenta, sessenta, etc, etc.  

A verdade é que com a crise da meia-idade vem a compreensão de que se chegou a um “divisor-de-águas”, e isso pode colocar em dúvida vários aspectos da vida, tanto profissionais como pessoais. E esse sentimento pode acarretar numa busca bastante inquieta por uma nova vida. Afinal, “a vida começa aos quarenta”. Não é isso o que dizem por aí?  

A chamada crise da meia-idade também é caracterizada por um período de transição da idade adulta para uma fase de avaliação e reafirmação da vida profissional e emocional, alegam alguns psicólogos.  

Para o ginecologista Malcolm Montgomery, nesta fase da vida, há uma queda na produção de hormônios ligados à sexualidade, tanto na mulher, com a proximidade da menopausa, quanto no homem. Essa baixa hormonal contribui para deixar as pessoas mais frágeis, e aliada a outros fatores sociais e culturais, pode desencadear um período de crise.  

Já  o psicólogo Diego Gutierrez Rodriguez, afirma que além da queda hormonal, as principais características dessa fase dizem respeito ao fator tempo. Levando em consideração que, no Brasil, por exemplo, a expectativa de vida é de 73 anos- segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)- chegar aos quarenta anos pode causar uma sensação de desconforto e de medo. Surgindo questionamentos como: o que eu fiz da minha vida e o que vou fazer com o resto dela? Quanto tempo ainda tenho de vida?  

Segundo o especialista Camilo Vannuchi, a meia idade é  uma fase, que apesar da crise, ocorre transformações pessoais, onde a pessoa consegue realizar seus diversos desejos como, prestar um novo vestibular, escrever um livro, abrir um restaurante, fazer um curso de pintura, rodar o mundo de navio, pedir o divórcio, entre outras. Vannuchi, diz ainda que para enfrentar a crise da meia idade de maneira saudável, é importante tentar amenizar os sintomas físicos com exercícios; procurar um médico para se orientar sobre reposição hormonal e traçar metas e projetos de médio e longo prazo. (Camila Spillere Busarello – Crise da meia idade: http://www.portalveneza.com.br) 

Há quem alegue, porém, que nunca passou pela crise dos quarenta, então resta a esperança de que isso também não me aconteça. E, se acontecer, que eu consiga superar com um pouco mais de facilidade que algumas pessoas. 

Tenho ainda de levar em consideração que muita gente me diz que não pareço ter 40 (e, às vezes, até eu mesma não acredito (rs)).  E isso pode ser um bom sinal, já que não existe uma ‘receita de bolo’ para que uma recém chegada aos quarenta passe totalmente imune à crise dos enta. 



- Postado por quem? Palavreando Quando? 09:55

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SERÁ??!! Atual mercado de livros vai falir, diz estudioso americano

 

 

Durante os últimos 30 anos, o americano Bob Stein vem se dedicando a aproximar o livro em seu formato tradicional, o papel, das inovações tecnológicas. Ele foi, por exemplo, artífice da primeira publicação em CD-ROM e acompanhou a gestação e evolução do leitor de livros eletrônicos, o e-reader - caso do Kindle, da livraria virtual Amazon. De olho na ascensão do e-book e de novos leitores, como os tablets, ele faz uma previsão nada animadora para as engrenagens do atual mercado livreiro, apoiado na impressão e distribuição do papel: "Essa estrutura econômica atual irá falir", diz Stein, que hoje dirige o Institute for the Future of the Book. Ao mesmo tempo, a previsão é animadora para os leitores. "Quando você estiver lendo uma obra on-line, por exemplo, poderá compartilhá-la via Twitter e Facebook. Os livros serão mais emocionantes e permitirão uma conversa muito mais social entre os leitores." Pouco antes de vir ao Brasil, no recente Fórum da Cultura Digital, promovido pelo Ministério da Cultura e pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, ele concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA.

 

2010 é o ano do e-book?

Eu acho que 2010 será o começo, ou seja, o ano em que trocaremos a base impressa de leitura pela eletrônica. Essa transformação começou há dois anos. Mas se olharmos os números, especialmente em lugares como os Estados Unidos, onde o Kindle foi lançado, em 2007, perceberemos que somente neste ano estão sendo relatadas vendas elevadas de livros eletrônicos em espaços digitais - o contrário do que acontece com os livros tradicionais na internet.

 

O que mudou no setor editorial após a chegada do Kindle?

Infelizmente, não aconteceram mudanças suficientes.

 

Por quê?

As editoras são muito resistentes em mudar a interface de seus produtos. A internet mudou os modelos de negócio na indústria da música, na indústria do vídeo e não há razão para não mudar o modelo de negócio na venda de livros. As editoras ainda se mantêm porque há um número razoável de lojas físicas que vendem livros impressos, mas, quando esse número começar a cair, elas terão de reconhecer que as pessoas não estão dispostas a gastar muito dinheiro com livros eletrônicos, a exemplo do que acontece hoje com os livros tradicionais. Então, o preço dos livros eletrônicos, que ainda é alto, cairá.

 

As editoras não estão preparadas para a nova fase dos e-books?

Elas não estão preparadas para a popularização dos e-books e para a superação dos livros impressos pelos digitais. Elas falam que estão se adaptando, mas não pensam em novos modelos de negócio. Essa estrutura econômica atual irá falir.

 

O senhor acha que o Kindle é o melhor leitor eletrônico do mercado?

Não. Eu acho que o Kindle é, na verdade, o pior dispositivo. Suas páginas não são vivas como as de papel. Além disso, ler em uma tela como a do iPad, do iPod Touch ou do iPhone é mais satisfatório para muitas pessoas.

 

Por quê?

Os textos nas telas de LCD são mais vibrantes. Também não acho que seja necessário existir um dispositivo exclusivo para a leitura.

 

Afinal, qual será o futuro do livro como o conhecemos hoje?

O futuro do livro segue em duas direções. O livro impresso se transformará em um objeto de arte. Em outras palavras, pessoas abastadas poderão comprar lindas versões de livros impressos. Eles terão mais ilustrações e servirão como um souvenir. Já a maioria dos livros terá como padrão o formato digital. Você poderá imprimi-lo, se quiser, e a leitura se tornará muito mais social e dinâmica. Quando você estiver lendo uma obra on-line, por exemplo, poderá compartilhá-la via Twitter e Facebook. Os livros serão mais emocionantes e permitirão uma conversa muito mais social entre os leitores.

 

O que o Institute for the Future of the Book pode fazer por isso?

Meu objetivo é dar opções aos autores de se expressarem através de fotos e vídeos, como uma forma diferente e flexível de manifestar ideias complexas. Estou falando de vídeo, texto e áudio, que juntos permitem uma melhor assimilação. Então, essa mídia enriquecida possui um poder complexo e valioso e seu resultado é muito mais eficiente.

 

 

 

 

Fonte: Revista VEJA: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/atual-mercado-de-livros-ira-falir-diz-especialista

 



- Postado por quem? Palavreando Quando? 12:15

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