Palavreando
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Nome: O Palavreando é um blog que tem um pouquinho de tudo e de tudo um pouquinho: Entretenimento, literatura, arte, internet, política, comportamento, educação, denúncia, etc


É também ponto de encontro de pessoas ávidas por uma leitura despojada. Portanto, "Seja muito bem vindo!

Sobre a autora do blog: Eu sou Janethe Fontes, escritora, e este é o meu cantinho. Sempre que possível, eu escrevo "alguma coisa" e posto aqui, mas não é diário, nem semanal e nem mensal... é sempre que eu consigo um tempinho em meio a correria do meu dia-a-dia, ok??


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Alckmin X Lula X O Povo

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Por Janethe Fontes
 
 
Alckmin x Lula
 
X 
 
O Povo...
 
 [Autor: Bart - Olhares]


- Postado por quem? Janeth Fontes Quando? 06:26

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Ansiedade, crise dos trinta ou crise da modernidade?

Sexta-feira , 27 de Outubro de 2006


Ansiedade, crise dos trinta ou crise da modernidade?

Por Janethe Fontes

 

 

Procuro algo que explique esse estado de aflição em que vivo há pelo menos três anos, essa ânsia de viver, essa necessidade quase desesperada de fazer as coisas acontecerem, misturada à angustia de que o tempo está passando e não consegui realizar nada, nada, nada!, do que havia idealizado. Por isso fiz algumas pesquisas e recorri até o mesmo ao dicionário Houaiss para me ajudar nesta peleja.

 

Ansiedade = 1°) grande mal-estar físico e psíquico; aflição, agonia; 2°) desejo veemente e impaciente; 3°) falta de tranqüilidade; receio; 4°) estado afetivo penoso, caracterizado pela expectativa de algum perigo que se revela indeterminado e impreciso, e diante do qual o indivíduo se julga indefeso.

 

Crise dos trinta. Não encontrei qualquer definição para crise dos trinta, mas acredito que seja o medo, mesmo que inconsciente, da proximidade da esterilidade, de não poder mais gerar filhos, da menopausa (andropausa para os homens), que para algumas pessoas chega bem mais cedo do que deveria, medo de perder a sensualidade, de deixar de ser atraente. Talvez seja por isso que de um tempo para cá, minha aparência, mais do que nunca, passou a ser algo tão importante, e eu entrei na loucura das dietas, dos exercícios diários e dos cremes e loções, para retardar o envelhecimento, pois o tempo, como costuma dizer uma amiga minha que também passa pela mesma fase, é implacável.

 

Crise da modernidade. Também não encontrei qualquer definição a respeito, até mesmo porque a crise da modernidade envolve muitas coisas, mas, no meu caso, e no caso de muitas mulheres (a mulher foi a que mais sofreu as mudanças ocasionadas no último século, por isso falarei apenas delas nesse parágrafo), creio que essa crise envolva valores de auto-afirmação em múltiplas coisas, portanto temos de ser bem-sucedidas profissionalmente, independentes, cultas, além de bonitas (mesmo depois de um dia de trabalho árduo), mães delicadas e bem humoradas (mesmo depois de suportar o chefe chato e pegar um ônibus lotado com um homem roçando sua bunda (desculpem a expressão, mas foi inevitável)), e, ainda por cima, precisamos ser amantes ardentes e bem dispostas à noite, afinal o namorado, marido, amante, está à sua espera na cama.

 

E a que conclusão cheguei depois de tudo isso? Que talvez o que eu sinta seja um misto de tudo o que citei acima. E que vou ter de aprender a lidar com essas alegrias e tristezas, limites e frustrações que o tempo me trouxe. Afinal tudo isso faz parte da vida. Além disso, creio que não possa fugir a essa turbulência interna que me faz repensar o tempo todo a vida, mas posso tentar aceitar minhas limitações, sem deixar, é claro, de lutar pelas coisas que ainda acredito. Além do mais, dizem também que tem crise dos quarenta, dos cinqüenta (ai, meu Deus!), então o jeito é não entrar numa neurose agora, ainda tenho muita crise a enfrentar!

 

 

Nota: Embora tenha comentado acima que a mulher foi a que mais sofreu as mudanças ocasionadas no último século, quero deixar claro que não estou, de maneira alguma, defendendo retrocesso a posições anteriores. Afinal, admito que o que tínhamos antes não era nem um pouquinho melhor do que o que temos hoje. Portanto, nós, mulheres, temos mais é de usufruir de tudo o que foi conquistado. Precisamos apenas conseguir um equilíbrio.



- Postado por quem? Janeth Fontes Quando? 06:06

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Curiosidades III - As diversas formas de calendário

Curiosidades III - As diversas formas de calendário

Por Simone Balliari

 

 

Dando seqüência a série de curiosidades, abaixo, breve histórico de como os diversos povos faziam a medição do tempo.

 

Calendário asteca: O ano possuía início no solstício de inverno com um ciclo de 18 meses, de 20 dias cada e mais um curto período, ou mês diminuto de 5 dias.

Com 104 anos comuns tinha-se um grande ciclo no qual intercalavam 25 dias. Essa exatidão do ciclo de 260 anos sagrados em relação ao exato movimento do Sol, possuía uma diferença de apenas 0,01136 de dia, ou seja, um pouco mais de um centésimo de dia. O calendário asteca dava aos dias nomes próprios que correspondiam a números de ordem no decorrer do mês. Os dias corriam de 1 a 20, e os festivais eram comemorados no último dia do mês. A escrita da data informava o ano em curso, o número e o nome do dia, sem mencionar o dia do mês e o próprio mês. Para citar uma ocorrência de longa duração, os astecas informavam apenas o ano em curso. Os meses no calendário asteca eram 18, totalizando 360 dias, mais cinco dias suplementares, denominados Nemotemi ou "dias vazios".

 

Calendário chinês: O calendário surgiu com o terceiro herói cultural, Huang-ti, o Senhor Amarelo ou Senhor Augusto. Foi introduzido em 2.637 a.C., baseado nas fases da lua e, posteriormente, no ano lunissolar de 12 meses. Cada mês pode ter 29 ou 30 dias e o ano tem 354 ou 355 dias. Comporta dois ciclos: um de 12 anos (354 ou 355 dias, ou 12 meses lunares) e um de sete anos (com anos de 383 ou 384 dias, ou 13 meses). Os chineses inserem meses adicionais em intervalos fixos para resolver a diferença entre o ano solar (365 dias) e o ano lunar (354 dias). O ano novo começa sempre em uma lua nova, entre 21 de janeiro e 20 de fevereiro. O calendário chinês é o mais antigo registro cronológico que há na história dos povos. E com o calendário, onde cada ano recebe o nome de um dos 12 animais: galo, cão, porco, rato, búfalo, tigre, gato, dragão, serpente, cavalo, cobra e macaco, surgiu o horóscopo chinês, os 12 signos animais ou subdivisões do mundo (que formam o Astral Chinês). Os anos do Dragão repetem-se a cada 12 anos. O ano do Dragão Dourado ocorre uma vez a cada 3000 anos (ocorreu no nosso ano 2000) e é suposto trazer a harmonia completa dos cinco elementos da filosofia chinesa (metal, madeira, água, fogo e terra), o que se refletiria em um sentimento de felicidade para todos.

 

Calendário egípcio: Primeiro calendário da história da humanidade e começa com a enchente anual do rio Nilo. Surge por volta de 3000 a.C. O ano tem 365 dias, divididos em 12 meses de 30 dias e mais cinco dias extras, dedicados aos deuses. Os egípcios são os primeiros a utilizar um calendário solar, embora os 12 meses de 30 dias sejam de origem lunar. O ano tem 365 dias - e 6 horas a menos que o ano solar, o que significa atraso de um dia a cada quatro anos.

Havia três estações determinadas pelo fluxo do rio Nilo: Cheias (akket); Semeio (pert) e Colheita (shemu). A relação entre as estações definidas pelo Nilo e as estações naturais era feita pelo nascer heliacal da estrela Sirius, conhecida dos egípcios pelo nome de Sothis. A primeira aparição da estrela no céu da manhã, depois da sua conjunção com o sol determinava o início da contagem da estação das Cheias. O calendário egípcio foi reconhecido pelos astrônomos gregos e tornou-se o calendário de referência da astronomia por muito tempo. Copérnico usou-o para construir suas tábuas da lua e planetas. Já no ano 238 a.C., o Rei Ptolomeu III tentou acrescentar um dia extra ao calendário a cada 4 anos, como no ano bissexto atual. No entanto sua proposta não teve eco. Somente entre 26 a.C. e 23 a.C., a modificação é realizada, sob o império romano na mão de Augusto que introduziu tal modificação no calendário.

 

continua...



- Postado por quem? Janeth Fontes Quando? 06:30

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Curiosidades III - As diversas formas de calendário

Curiosidades III - As diversas formas de calendário

continuação...

 

 

Calendário indígena: Os índios brasileiros não tinham mais que rudimentos mínimos de um calendário, sem qualquer teorização ou padronização. Conheciam apenas as quatro fases da lua e sua repetição cíclica, e notavam algumas mudanças, como as épocas de calor, chuva, frio, cheias dos rios, piracema, amadurecimento dos frutos. Não dividiam o dia em horas. 

Algumas tribos, como a dos guaranis, conheciam duas estações: do Sol (coaraci-ara) e das chuvas (almana-ara). Os caingangues, no Sul do Brasil, contavam até dez dias passados ou futuros, usando os dez dedos das mãos. "Ningké" significa "mão" e "ten" quer dizer "com". Reunidos esses ordinais com a palavra Sol, obtinham os dias da semana, e com a palavra Lua, as semanas.

 

Calendário universal: Com o passar dos anos e o aumento da necessidade, os esforços concentraram-se ao redor de um plano único, o calendário universal, ao qual já aderiram várias nações.  Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá e muitos outros países deram sua aprovação aos estudos relativos a um novo calendário. Terá como principal a seguinte característica:

Perpétuo: Os anos serão uniformizados, os trimestres e semestres de igual duração. Isto será obtido dando-se 31 dias ao primeiro mês de cada trimestre e 30 dias aos dois seguintes. Desse modo, o ano, com 12 meses, terá 4 meses de 31 dias, e 8 meses de 30.

 

 

Fonte: Felipex, NipoBrasil, Novo Milênio, Puccamp



- Postado por quem? Janeth Fontes Quando? 06:29

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Parem com a burrice

Parem com a burrice

Por Guilherme Fiúza

 

 

Uma mulher mordeu a outra e arrancou-lhe o pedaço de um dedo, no Leblon, porque uma era contra Lula e a outra pró-Lula.

 

Episódio normal, em se tratando de seres humanos. Hoje em dia, um judeu ou palestino ficaria zangado se você perguntasse por que ele odeia tanto o outro lado.

 

Assim caminha o segundo turno das eleições presidenciais no Brasil. Antes que se inicie uma onda de dedos decepados, amizades rompidas e casamentos encerrados por causa de Lula e de Alckmin, vamos deixar aqui alguns esclarecimentos.

 

A escolha do presidente da República é importante. Mas, sem querer ferir a suscetibilidade da militância, a imensa maioria dos simpatizantes de lado a lado tem uma idéia não muito exata do que está em jogo. Isso não é de hoje.

 

Em 89, o conservadorismo do eleitorado elegeu Collor, porque Lula era socialista e ia seqüestrar a poupança. Foi exatamente o que Collor fez, no momento mais stalinista da direita.

 

Em 2002, Lula derrotou José Serra com o voto da mudança. Empossado, o petista pôs um tucano no Banco Central e ordenou que a política econômica, classificada de neoliberal pelos críticos, ficasse onde estava. Como revela este signatário no livro “3.000 dias no bunker”, Pedro Malan ligou para Gustavo Franco e exclamou: “Ganhamos as eleições!”

 

Pelas linhas tortas da política, a verdadeira oposição a Fernando Henrique era José Serra.

 

O mais interessante a observar, no entanto, é que cada vez mais um presidente tem menos espaço para ser diferente do outro, a não ser que parta para a ruptura. Se Lula mudasse tudo na política econômica, ia passar seu mandato inteiro administrando crise financeira.

 

Há determinados arroubos voluntaristas que nem um Ciro Gomes seria mais capaz de cometer – não por ética ou responsabilidade gerencial, mas por sobrevivência política.

 

Resumindo, façam suas apostas em Lula ou em Alckmin, mas não fiquem achando que suas vidas serão vermelhas ou azuis dependendo do vencedor. A não ser que tenham algum emprego garantido pelo candidato, ele não será tão determinante assim para o seu futuro.

 

Os alckmistas querem Alckmin porque acham que ele é bom administrador, moderno, sabe o que fazer com a máquina. Pode ser. Mas o tucano andou dando declarações sobre intervenção no câmbio, por exemplo, que o tornam mais parecido com Aloísio Mercadante do que com Pedro Malan. E agora?

 

 

continua...



- Postado por quem? Janeth Fontes Quando? 06:36

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Parem com a burrice

Parem com a burrice

continuação...

 

 

A cara e a linha de um governo dependem de uma série de fatores. Alckmin imposta a voz para se anunciar como a alvorada do crescimento econômico. Sua fórmula, a rigor, ninguém sabe qual é. Há um plano de redução de impostos, que se for para valer pode mesmo trazer um novo ciclo de expansão.

 

Na verdade, porém, não há nada muito mais concreto do que a impressão de seus simpatizantes de que ele vai administrar bem, e a partir daí tudo vai dar certo.

 

O mesmo ocorre com os lulistas. A carga de idealização que está colocada sobre o presidente é fantástica. É de esquerda, portanto mais próximo do povo, portanto mais distante da Opus Dei e da Daslu, portanto do bem, e ainda tem o apoio do Chico Buarque. A diferença que isso vai fazer no dia-a-dia do seu eleitor é nenhuma.

 

Como dito acima, a política econômica de Lula tende a ser mais “à direita” que a de Alckmin (e isso não quer dizer “pior”), apesar do debate tático sobre privatizações – que Lula vai tocar sem alarde, através das parcerias público-privadas.

 

A idéia de que Lula é mais democrático porque veio da pobreza também é relativa, como já mostraram suas inclinações autoritárias no trato (ou falta de) com a imprensa e nas tentativas de controle da informação na sociedade. Por outro lado, de fato não se viu nos anos FH um procurador-geral agindo com a independência do nomeado por Lula.

 

Como se vê, há muito mais nuances nesse Fla-Flu do que querem ver as duas torcidas babando de raiva.

 

É claro que há diferenças concretas entre os dois candidatos. Temos tratado delas neste espaço. Mas agora é importante tratar de elevar o teor de informação, baixar o teor de mistificação, moderar a estupidez e preservar a dignidade. E os dedos.

 

 

 

Guilherme Fiúza é colunista do jornal virtual No mínimo.

 

 

 

Nota do editor: Leia na íntegra a reportagem do jornal Folha de São Paulo: Publicitária petista leva mordida durante briga e perde parte de um dedo.

 



- Postado por quem? Janeth Fontes Quando? 06:30

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