Palavreando
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Nome: O Palavreando é um blog que tem um pouquinho de tudo e de tudo um pouquinho: Entretenimento, literatura, arte, internet, política, comportamento, educação, denúncia, etc


É também ponto de encontro de pessoas ávidas por uma leitura despojada. Portanto, "Seja muito bem vindo!

Sobre a autora do blog: Eu sou Janethe Fontes, escritora, e este é o meu cantinho. Sempre que possível, eu escrevo "alguma coisa" e posto aqui, mas não é diário, nem semanal e nem mensal... é sempre que eu consigo um tempinho em meio a correria do meu dia-a-dia, ok??


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Seja responsável: Não repasse spam
Por Janethe Fontes 
 
 
O que mais me irrita atualmente, em relação à internet, é a “capacidade” que as pessoas têm de repassar e-mails, sem ao menos analisá-los. Esquecem-se de que “spammer” não é só aquele que envia spam, ou seja, mensagens de propaganda de produtos e serviços, mas todo aquele que envia mensagens somente por enviar. Há necessidade de analisar os conteúdos de seus e-mails, antes de encaminhar aos seus amigos, meu querido leitor, pois a partir do momento que você repassa uma mensagem racista, só para citar um exemplo, você está concordando com isso. Portanto, se você não concorda com o racismo, por que enviar esse tipo de mensagem?!

Mas, afinal, do que você está falando, Janethe?, alguns podem estar se perguntando. Portanto, se você está meio perdido, no que tange ao termo spam, lá vai algumas explicação rápidas sobre o assunto: O conteúdo do spam pode ser: propaganda de produtos e serviços, pedido de doações para obras assistenciais, correntes da sorte, propostas de ganho de dinheiro fácil, boatos desacreditando o serviço prestado por determinada empresa, dentre outros.
Com certa freqüência, os e-mails de spam são chamados de junk e-mails, ou seja, lixo. Seguindo com a terminologia, quem envia spam é chamado de spammer.

 

Os tipos mais comuns de spam, considerando conteúdo e propósito, são:

 

Boatos e correntes: Os boatos e as correntes na Internet têm algo em comum: pedem para serem enviados a todas as pessoas que você conhece. Tais e-mails se apresentam com diversos tipos de conteúdo, sendo na maioria das vezes histórias falsas ou antigas. Para atingir seus objetivos de propagação, os boatos e correntes apelam para diversos métodos de engenharia social.
Os boatos (hoaxes) são textos que contam estórias alarmantes e falsas, que instigam o leitor a continuar sua divulgação. Geralmente, o texto começa com frases apelativas do tipo: "envie este e-mail a todos os seus amigos...". Algumas classes comuns de boatos são os que apelam para a necessidade que o ser humano possui de ajudar o próximo. Como exemplos temos os casos de crianças com doenças graves, o caso do roubo de rins, etc.
Outros tipos de boatos são aqueles que difamam empresas ou produtos, prometem brindes ou ganho de dinheiro fácil. Continuando com os exemplos, temos e-mails sobre a existência de certa substância cancerígena em determinado produto, o caso do e-mail que tratava da distribuição gratuita de telefones celulares, de viagens gratuitas a Disneyworld, etc.
Ainda dentre os boatos mais comuns na rede, pode-se citar aqueles que tratam de código malicioso, como vírus ou cavalos de tróia. Neste caso, a mensagem sempre fala de vírus poderosíssimos, capazes de destruir seu computador e assim por diante. Um dos mais famosos é o Good Times, que circulou pela rede durante anos e, de vez em quando, ainda aparece um remanescente enviado por internautas desavisados. Para maiores informações sobre boatos e vírus, consulte o site Computer Virus Myths: http://www.Vmyths.com

As correntes, chain letters, são textos que estimulam o leitor a enviar várias cópias a outras pessoas, gerando um processo contínuo de propagação. São muito semelhantes aos boatos, mas o mecanismo usado para incentivar a propagação é um pouco diferente, pois a maioria das correntes promete sorte e riqueza aos que não as interrompem e anos de má sorte e desgraça aos que se recusam a enviar N cópias do e-mail para Y pessoas nas próximas X horas! Como exemplo temos a corrente dos índios da sorte, dentre tantas outras.

 

Outros: ameaças, brincadeiras, etc.

Alguns spams são enviados com o intuito de fazer ameaças, brincadeiras de mau gosto ou apenas por diversão. Ainda assim são considerados spam. Casos de ex-namorados difamando ex-namoradas, e-mails forjados assumindo identidade alheia e aqueles que dizem: "olá, estou testando uma nova ferramenta spammer e por isto você está recebendo este e-mail", constituem alguns exemplos.

 

 

Portanto, agora que você sabe o que é Spam, vale um conselho: Procure verificar a veracidade de uma determinada mensagem antes de repassá-la. Na dúvida, não repasse.

Há um site muito interessante para consultas. Anote aí para não dar bandeira: Lendas e Folclores da Internet: http://www.quatrocantos.com/lendas/index_recentes.htm.

Mas, mesmo após certificar-se da veracidade de uma mensagem, restrinja ao máximo os destinatários e pense sempre se seus amigos estariam realmente interessados em receber tal informação: Cuidado para não se transformar num spammer!

Outra dica muito útil é: Jamais, nunca, nunca mesmo, encaminhe mensagens sem emitir sua opinião. Afinal, como diz o velho ditado: quem cala, consente. Ou, como disse um colega meu, numa palestra em sala de aula (não sei quem é o verdadeiro autor da frase, mas prometo que vou perguntar a esse meu colega): O MAL SÓ EXISTE PORQUE OS BONS SE OMITEM.

 
Pense nisso.
 
 

Crédito(s): RSOUTLOOK.COM

 



- Postado por quem? Janethe Fontes Quando? 09:06

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Ser escritor
Por Janethe Fontes
 
 

Recentemente li alguns artigos do Digestivo Cultural que me fizeram pensar muito em "o que é ser escritor(?)". E cheguei à conclusão que ser escritor não é uma opção, é uma SINA. Sim, uma sina, porque é um fado grande que você carrega e que pouca gente entende. Os personagens aparecem em sua mente e querem, a qualquer custo, pular para fora; e você tem que dar vida a eles, caso contrário eles não o deixam em paz, não o deixam dormir.

 

Há algum tempo atrás, tentei esquecer essa idéia maluca. Sim, porque desejar ser escritor neste país só pode ser maluquice. Mas não houve jeito, sinto uma necessidade imensa de escrever. E o pior é que essa necessidade aumenta cada vez mais. "Preciso escrever para não morrer", como disse Foucault Blanchot, Clarice Lispector e tantos outros escritores. 

Eu gostaria muito de ser diferente, e, às vezes, confesso, sinto inveja das pessoas "normais", porque essas não tem fantasmas (personagens) assombrando-as o tempo inteiro. Mas, como eu disse acima, essa não é bem uma opção...

 

Mas "muito pior do que ser escritor é ser um escritor pobre", como disse Andréa Trompczynski, pois as dificuldades são imensas. E não estou dizendo isso somente por causa das dificuldades de publicar um livro no Brasil, mas, porque mesmo depois que se consegue publicar, dificilmente um escritor consegue ter algum reconhecimento. "Viver dessa arte" então, é quase impensável.

 

Mas aqueles que sofrem dessa "loucura", que têm essa necessidade de escrever, sabem que não há mesmo outro jeito se não o de "dar um abraço no diabo" (frase de Andréa Trompczinsk), porque a literatura é um daqueles caminhos que não tem volta. Então, o negócio é escrever, e ler muito para escrever cada melhor. Pois, obviamente, esse é um ofício de muita, mas muita dedicação. Engana-se que pensa que escrever é só soltar palavras num editor de texto, fazer um blog, tão em moda hoje em dia. Ser escritor é se preparar para isso, e ter em mente que a realidade é dura, sobretudo no Brasil, mas que com muita humildade e persistência é possível conseguir realizar um bom trabalho. Pelo menos é o que eu venho tentando fazer.



- Postado por quem? Janethe Fontes Quando? 13:44

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