Este também é o cantinho de pessoas ávidas por uma leitura despojada. Portanto, "Seja muito bem vindo!"
Janethe Fontes

Mas, além de escritora, quem é Janethe Fontes?
Sou uma sagitariana super apaixonada pela vida, pela família, inclusive meus filhos peludos de 4 patas, e pela inigualável "mãe natureza", com todos os seus encantos e mistérios...
Sou também naturalmente teimosa (veja meu signo) e por isso muito persistente quando almejo alguma coisa.
Sobretudo, eu sou alguém que traz a alma povoada de esperanças...
"E tal qual uma criança,
às vezes, ponho-me a cismar.
E, numa névoa dourada,
vejo uma fada encantada
e um castelo, além do mar.
A vida, a Glória, o Sonhar...
Trago a alma povoada de esperanças...
Toda vestida de estrelas,
meus cabelos prateados
voam nas asas do vento.
Então acordo assustada
e vejo desapontada,
num instante, meu sonho desmoronar...
Trago a alma povoada de esperanças...
Volto a galope, singrando
um rastro de luz deixado
nos caminhos desta vida...
Num corcel negro montada
meus sonhos e minha fada
são fantasmas do passado...
...Trago a alma povoada de esperanças...
Fico a cismar nesta vida
pela existência perdida
que os anos não trazem mais.
E os sonhos descoloridos,
fada e castelo sumindo
num instante de reflexão...
E, mesmo assim, tal qual uma criança
Sinto a alma povoada de esperanças..."
(Autoria: Neuza R. Leonel).

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Sábado , 28 de Janeiro de 2012
A internet é uma máquina de fazer idiotas?
(Por Sérgio Rodrigues no TodoProsa - Veja) “A geração superficial – O que a internet está fazendo com os nossos cérebros” (Agir, 384 páginas) é o livro que consolidou a posição do jornalista americano Nicholas Carr como principal crítico cultural do mundo digital. O livro nasceu de um artigo polêmico que Carr publicou em 2008, chamado “O Google está nos deixando burros?”, comentado na época aqui no blog. A tese central é a mesma: ao nos ensinar a ler de outra forma – veloz, horizontal, volúvel, interativa, baseada na satisfação imediata –, a tecnologia digital está reprogramando nossas mentes no nível bioquímico, devido a uma característica do cérebro chamada neuroplasticidade. Em consequência disso, a capacidade da espécie de acompanhar raciocínios longos e mergulhar sem distração na solução de um problema complexo pode estar simplesmente em vias de extinção. Se a ideia central já constava do artigo de 2008, “A geração superficial” sustenta o pessimismo de seu autor com uma impressionante variedade de informações históricas, científicas, econômicas etc. Consegue manter no ar todos esses malabares sem perder a atenção do leitor – isto é, daquele leitor que ainda for capaz de prestar atenção em um texto com mais de cinco linhas. Carr não é um luddita, um reacionário. Sabe que voltar ao império da cultura livresca em que vivemos por séculos, com sua leitura linear e sua concentração em uma tarefa mental de cada vez, é impossível. Tanto quanto teria sido, para os contemporâneos de Gutenberg, desinventar a imprensa. Essa inevitabilidade histórica não o impede de recuar dois passos em busca de uma visão distanciada daquilo que a maioria de nós percebe apenas como vertigem, quando percebe: ao revolucionar profundamente, em poucos anos, o modo como lemos, aprendemos, trabalhamos, nos divertimos, nos relacionamos, consumimos, a cultura digital está mexendo profundamente em… nós mesmos. Estamos ganhando algo, obviamente: ninguém entrou nisso a contragosto. Mas estamos perdendo algo também. Evidentemente, Nicholas Carr não é o único a pensar assim. À medida que reflui o deslumbramento com as inegáveis maravilhas do mundo digital, tem crescido nos últimos anos a sensação de que a capacidade de concentração é um bem que merece ser preservado a qualquer custo. Há alguns meses, publiquei aqui um artigo chamado “Concentração dividirá o mundo entre senhores e escravos”, que trata justamente disso. Do outro lado do ringue, não faltam também os que abraçam sem reservas todos os impactos psicossociais das novas tecnologias. Esse debate vai render por muito tempo. É difícil enxergar com clareza os efeitos de uma revolução quando se está no meio dela. O notável livro de Carr tenta fabricar luz na escuridão mantendo um pé no novo ambiente e o outro no velho: o fôlego argumentativo e a qualidade do texto são típicos da era livresca, enquanto a mobilização de informações ecléticas paga tributo ao jeito Google de absorver o mundo. É o Google, aliás, o personagem principal daquele que me pareceu o mais luminoso argumento de Carr – e também o mais assustador. Trata-se de uma analogia simples entre as ideias de Frederick Winslow Taylor, engenheiro industrial do século 19 responsável pela criação do método de repetição mecânica de tarefas que viria a dar na linha de montagem de Henry Ford, e a filosofia de processamento de informações que norteia a mais bem sucedida empresa da era digital. Como um operário cuja única função é apertar determinado parafuso, o bom internauta tem a função de clicar, quanto mais depressa melhor, e manter a máquina girando. Parar para pensar não é só um luxo: é contraproducente. Notas da blogueira: Obviamente, o assunto é muito controverso. Afinal, não há como negar que a internet tem muitos pontos positivos, mas, certamente, não há como negar que tem pontos negativos também, sobretudo para as crianças e jovens. E mesmo para àqueles que se encontram na fase adulta, mas que já se “viciaram” nesse tipo de tecnologia, é possível observar as consequências da “era digital”, já que não são poucos os que sofrem com a falta de capacidade de acompanhar raciocínios longos e mergulhar sem distração na solução de um problema complexo ou de se concentrar em um texto um pouco mais longo e de interpretá-lo. Mas, o que é neuroplasticidade?, alguns devem estar se perguntando. Resposta: Segundo a ciência, é a capacidade que o cérebro humano tem de se alterar através de estímulo mental, ginástica cerebral e novos aprendizados, ou seja, a capacidade do cérebro de se reprogramar, de se adaptar à nossa experiência com o mundo a nossa volta. Assim, manter o cérebro em exercício é tão importante quanto exercitar o corpo. Portanto, procure manter a mente ativa com leitura. Veja o que a leitura pode fazer por você: Solta a imaginação, estimula a criatividade, aumenta seu vocabulário, facilita a escrita, simplifica a compreensão das coisas, ajuda na vida profissional, melhora a comunicação com os outros, amplia seu conhecimento geral, liga seu senso crítico na tomada e ainda, de quebra, mantém seu cérebro “saradão”. D+. Não acha? Obs. Final: Alguns dos itens mencionados acima (o que a leitura pode fazer por você) foram retirados do mural do Facebook do Dicas Diárias de Português.
Domingo , 22 de Janeiro de 2012
Movimento pela QUALIDADE DA PROGRAMAÇÃO DA TV BRASILEIRA: (Artigo "atribuído" a Luiz Fernando Veríssimo) Nota: Pelo que pesquisei na internet, o texto, na verdade, não é de LFV, mas, seja quem for o autor, eu assino embaixo!! Afinal, o texto é excelente e vale a pena ser retransmitido. Assim, quem sabe, algumas emissoras passem a se preocupar um pouco mais com a qualidade... ou melhor, com a falta de qualidade de seus programas. "Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência. Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. "Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros...todos na mesma casa, a casa dos [WINDOWS-1252?] “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE. Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um [WINDOWS-1252?]“zoológico humano [WINDOWS-1252?] divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas. Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade. Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados. Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia. Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns). Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo. O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o [WINDOWS-1252?]“escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!! Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão. Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores). Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins..., telefonar para um amigo..., visitar os avós..., pescar..., brincar com as crianças..., namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade."
Sábado , 21 de Janeiro de 2012
Preconceito social faz famílias afegãs criarem meninas como meninos (Fonte: BBC Brasil e Uol Notícias) Quando Azita Rafhat, uma ex-parlamentar afegã, prepara as suas filhas para a escola de manhã, ela veste uma delas de forma diferente. Três meninas usam roupas brancas e cobrem seus rostos com véus. Mas Mehrnoush, a quarta menina, veste terno e gravata. Na rua, Mehrnoush não é mais uma menina, e, sim, um rapaz chamado Mehran. Azita Rafhat não teve filhos homens, e para evitar as provocações que famílias assim sofrem no Afeganistão, ela tomou a decisão radical de mudar a criação de Mehrnoush. Esse tipo de atitude não é incomum no país. Existe até mesmo um termo - Bacha Posh - para meninas que são vestidas como garotos. "Mesmo que você tenha uma boa posição no Afeganistão e está bem de vida, as pessoas veem você de forma diferente (se não tiver um filho homem). Elas dizem que a sua vida só é completa se você tem um filho", diz Azita. Sempre houve preferência por meninos no Afeganistão, por motivos tanto econômicos quanto sociais. O seu marido, Ezatullah, acredita que ter um filho é um sinal de prestígio e honra. "As pessoas que nos visitavam sempre diziam: 'Oh, lamentamos que vocês não têm um filho.' Então imaginamos que seria uma boa ideia vestir nossa filha assim, já que ela também queria." Economia Muitas meninas vestidas de rapazes andam pelas ruas no Afeganistão. Algumas famílias optam por esse caminho para permitir que elas consigam empregos em lugares públicos, como em mercados, já que mulheres não podem trabalhar na rua. Elaha passou anos vivendo como menino, mas na universidade voltou a se vestir como mulher. Em alguns mercados de Cabul, um grupo de meninas, com idade entre cinco e 12 anos, se apresenta como meninos e vende água e chiclete. No entanto, nenhuma quis dar entrevista sobre o assunto. A tradição não dura por toda a vida. Aos 17 ou 18 anos, as jovens voltam a assumir uma identidade feminina. Mas essa mudança não é nada simples. Elaha mora em Mazar-e-Sharif, no norte do Afeganistão. Ela viveu como menino por 20 anos, porque sua família não tinha filhos homens. Apenas há dois anos, quando entrou na universidade, é que ela passou a se vestir como mulher. No entanto, ela ainda não se sente totalmente feminina. Alguns de seus hábitos não são típicos de garotas, e ela diz que não pretende se casar. "Quando eu era criança, meus pais me vestiam de menino porque eu não tinha um irmão. Até recentemente, vivendo como menino, eu saia para brincar com outros garotos e tinha mais liberdade." Contra sua própria vontade, ela voltou a viver como mulher, e diz que só aceitou voltar porque se trata de uma tradição social. No entanto, ela se diz revoltada com a forma como as mulheres são tratadas pelos seus maridos no Afeganistão. História comum Atiqullah Ansari, diretor da famosa mesquita de Mazar-e Sharif, diz que a tradição é parte de um apelo que se faz a Deus. As famílias que não têm filhos homens vestem as meninas assim como forma de pedir a Deus por um bebê homem. Mães que não têm filhos homens visitam o templo de Hazrat-e Ali para fazer o pedido a Deus. Ansari conta que de acordo com o Islã, as meninas que vivem como garotos precisam cobrir o rosto quando amadurecem. No Afeganistão, histórias assim têm se tornado cada vez mais comuns. É comum pessoas conhecerem parentes ou vizinhos que já passaram por isso Fariba Majid, que dirige o Departamento de Direitos da Mulher da Província de Balkh, diz que ela própria já passou por isso, e quando era criança era chamada pelo nome masculino de Wahid. "Eu era a terceira filha na minha família, e quando nasci, meus pais decidiram me vestir de menino", afirma. "Eu podia trabalhar com meu pai em sua loja ou até mesmo ir para Cabul para comprar coisas para a loja." Ela disse que a experiência a ajudou a ganhar confiança e permitiu que ela chegasse onde está hoje.
 Perguntas que não querem calar: Até quando, em nome de Deus, mulheres serão submetidas a humilhações descabidas para ter o mínimo de liberdade e respeito? Até quando milhões de mulheres terão seus destinos traçados pela violência e autoritarismo dos homens, por tradições arcaicas e crenças religiosas absurdas? Sinceramente, é muito difícil entender como em pleno século XXI, a “ignorância” ainda reine absoluta em vários países.
Quarta-feira , 11 de Janeiro de 2012
Meus Queridos, As promoções continuam em 2012!!! Comente o livro na Cultura, siga-me no Face e no Twitter e concorra ao meu novo livro: Sentimento Fatal http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22907531 Mande sua sugestão à Editora Universo dos Livros e concorra aos livros: Vítimas do Silêncio e Sentimento Fatal "Eu quero ler Doce Perseguição de @JanetheFontes na UdL" http://www.facebook.com/querolernaUL 
Quarta-feira , 28 de Dezembro de 2011
É tempo de renascer, de florescer, de viver de novo. Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas. É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca. É tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz. Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida que, de fato, queremos ser felizes. Que queremos viver a cada dia, a cada hora e a cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último.

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Quando a última árvore cair,
derrubada; quando o último rio for
envenenado; quando o último peixe for pescado,
só então nos daremos conta de que
dinheiro é coisa que não se come".
(Índios Amazônicos)

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